5 de março de 2011

SAÚDE, um direito de todos! (Parte 1)

Entende-se por saúde o bem estar espiritual - psíquico - físico da pessoa. Este sentir e participar pode ser um privilégio de alguns, mas é um direito de todos.

Este equilíbrio espírito-alma-corpo enfrenta verdadeiros desafios no dia-a-dia, em forças de carácter infeccioso ou poluente, carências alimentares, parasitoses, agressões emocionais e conflitos, que o colocam à prova e tentam desmoroná-lo, dando lugar às doenças.
Portanto, o viver com saúde deve ser encarado com interesse e cuidado permanentes pelos cidadãos que formam a comunidade a que a autoridade médico-sanitária competente e os profissionais afins prestam assistência.

O lugar e o tempo da Saúde
Sem dúvida, a saúde começa no lar, na escola, no emprego, na igreja, nas maternidades e em tantos outros lugares que poderíamos enumerar. Por isso, cada um, desde a mais tenra idade, deve começar a zelar pelo seu organismo, pelo seu estado de saúde e resistência às doenças, pela sua formação moral, intelectual e espiritual, pois esta acompanha o seu crescimento e saúde física, já que cada um, salvo raras excepções, será levado a constituir a sua própria família. Para aquele que de antemão se encontrar "educado com saúde e para a saúde", que tem formação e informações suficientes sobre os seus deveres, responsabilidades e cuidados (e privilégios também) para consigo próprio, subentende-se que haverá mais mais probalidades para a predominância da saúde na família que constituir. Não é anti-fé ou falta de fé considerar que exames como eletrocardiogramas, encefalogramas e um sem número de análises ao sangue ou à urina são dados complementares para diagnóstico. São os médicos que os devem requisitar quando deles necessitem, pois a eles, médicos, cabe interpretá-los. E com afirmações desta natureza não estamos a fazer a apologia da doença mas da saúde.

A saúde sob vários aspectos
Saúde Espiritual - Sobejamente conhecida, pregada, estudada e quiçá vivida, a vida cristã deve ser impregnada de genuína espiritualidade. Os conflitos espirituais são um problema sério que tem de ser enfrentado ao lado de outros. Deixem-me exemplificar: Será que confiamos de coração ou só exteriormente? É o Evangelho um refúgio para nós, ou libertação? Será que na igreja ou sociedade participamos como um ou guardamos mágoas, ódios e rancores dos nossos irmãos e colegas? Praticamos nós ou mantemos pecado que de tão oculto, julgamos que não nos fará mal, embora Deus o conheça e não nos queira ver infelizes? Isto pode causar uma série de consequências como ansiedade, depressões, sentimentos de culpa e carência de auto-estima. E tudo isto se reflecte directamente no estado das pessoas: problemas de insónia, cefaleias, apetite exagerado ou reduzido, complicações digestivas, inclusivé possíveis úlceras e colites. E é esta relação psico-somática, ou seja, os reflexos no corpo de problemas espirituais e da alma que é a parte da medicina que hoje predomina no estudo e na terapêutica. Como cristão quero agora e aqui realçar, que o louvor a Deus, o confiar n'Ele, o entregar-Lhe os seus problemas e a aquisição da sabedoria que vem de Deus através do estudo da Sua Palavra e da comunhão de cada um com Ele, não só lhe fará bem, por causa da sua nova natureza, como também serve de remédio para o espírito.

OBS: No próximo post falaremos sobre a Saúde da Alma e a Saúde Física e algumas lições simples de como podemos preservar a nossa saúde.


1 comentário:

  1. A nossa vitória final depende do nosso andar com o Senhor. Dia a dia desenvolver intimidade com Deus através da oração e da leitura da Bíblia.Temos que pedir ao Espírito Santo que nos fortaleça para as tarefas e desafios da nossa vida diária.Deus nos irá ajudar a afastar de qualquer problema,à medida que nos chegarmos a Ele. Obrigado Past.João (Temos que pensar nisto! )Past. Alda

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