2 de novembro de 2009

Um Sonho para Portugal

Transformando Portugal através do Disicipulado de Líderes

O que é que é necessário fazer para que Portugal se erga e resplandeça, e seja o tal país em que todos têm orgulho de viver? A esperança de Portugal assenta na sua juventude e líderes futuros. O progresso e prosperidade de Portugal dependem das suas escolas e universidades, públicas ou privadas. É aqui que a batalha de quem governa ou governará Portugal é travada. É a batalha das ideologias.

Embora o número de cristãos evangélicos tenha vindo a aumentar nos últimos trinta anos em Portugal, a maior parte do ensino cristão na maioria das igrejas, não inclui um ênfase na construção de uma sociedade melhor. Muitos daqueles que ocupam lugares de governo e chefia em muitas instituições estatais ou particulares, ou nas escolas e universidades e se dizem cristãos – sejam eles por tradição religiosa portuguesa ou por professarem realmente o cristianismo evangélico ou não – têm muitas vezes a sua base de pensamento em ideologias não cristãs. Isto corresponde maioritariamente a uma falha da Igreja em produzir conselheiros governamentais. Embora o fantasma do comunismo na sua essência mais pura se tenha vindo a diluir em Portugal como em toda a Europa, não deixa de ser verdade que uma grande parte dos que têm responsabilidade de legislar, seja em Portugal, seja nesta Europa, têm em agenda fazer passar as suas ideias liberais, na maioria dos casos anti-cristãs. Muitas das leis criadas ou que se tentam criar, não representam o coração dos cidadãos potugueses e em muitos casos até, o dos cidadãos europeus. Há um sonho que muitos acalentam que é, contribuir para que a Igreja Evangélica em Portugal possa ver levantar-se no seu meio, entre os cristãos comprometidos com Deus e devidamente fundamentados numa visão cristã bíblica mundial, legisladores, formadores de opinião, conselheiros governamentais e outros líderes, capazes de fazer frente a essas agendas ideológicas não cristãs, no nosso país e quiçá na Europa.

Martin Luther disse: “Se declaro com voz bem audível e discurso claro cada porção da verdade de Deus excepto precisamente o que o mundo e o diabo estão a atacar, não estou a confessar Cristo embora de forma ousada possa estar a declarar Cristo. Onde a batalha é violenta é que se prova a lealdade do soldado e se vê se ele aguenta firme em todos os campos de batalha, caso contrário é mera deslocação e desonra se vacila naquele preciso momento”. Uma batalha violenta se tem travado pela supremacia das ideias. Nós precisamos de estar onde a batalha se trava. Será que a Igreja se levantará para mostrar o caminho para um Portugal melhor?

A batalha pelas mentes

No tempo da formação dos Estados Unidos da América um homem de nome John Witherspoon influenciou o panorama dessa nação. Ele era Pastor Presbiteriano e Presidente da Universidade de Princeton. Era também membro do Congresso e assinou a Declaração da Independência. Contudo, a sua importância como um dos fundadores da República Americana teve a ver com a formação moral e intelectual dos seus alunos em Princeton. Dos 478 alunos que graduaram durante o seu mandato em Princeton, um tornou-se Presidente dos Estados Unidos, outro Vice-Presidente, 77 membros do Congresso, 3 juízes do Supremo Tribunal, 114 ministros do Evangelho e 19 presidentes de instituições de topo na área de educação. Ele é lembrado como o homem que mudou os homens que construíram a América.

Martin Luther disse: “Creio que não há trabalho mais meritório de papa ou imperador do que uma minuciosa reforma das universidades. Por outro lado, nada pode ser mais diabólico ou desastroso do que universidades não reformadas.” Nós precisamos de ver reformadas as nossas universidades. Creio que o Grupo Bíblico Universitário (G.B.U.), para além do excelente trabalho já realizado, poderá desempenhar um papel crucial para que isso aconteça. A COMACEP não deixa de ter uma palavra a dizer. Precisamos de ver mais e mais jovens cristãos levantarem-se para servirem os seus colegas em todas as facetas da vida das escolas e universidades, com cargos de liderança nas comissões de estudantes, nos projectos comunitários, na vida social e no desenvolvimento de líderes. Estas posições-chave nas escolas e universidades são assaltadas por forças políticas, através dos seus representantes, em que a maioria dos estudantes nem tão pouco se identifica com elas. Precisamos de restaurar o activismo estudantil, modelando uma liderança que serve e que não procura somente mordomias ou ser servida.

Fundamentos sólidos

A Igreja é chamada para ocupar as instituições educativas e discipular as mentes jovens dos estudantes. Creio que isto tem duas vertentes: Influenciar as existentes e criar instituições cristãs que vêm isso como missão, não para se criar um "ghetto" mas para alcançar as comunidades onde estão inseridas. Esta visão persegue-me há anos. Em Portugal, as bases foram lançadas com o “Espaço Junior” (Mocavide) e o "Espaço Crescer" (Lisboa). Em Africa (Angola - 5200 alunos; Moçambique - 400 alunos; Guiné-Bissau - 350 alunos), mais do que um trabalho social existem escolas por nós iniciadas onde os valores e princípos cristãos não deixam de ser passados com o propósito expresso de equipar as crianças e jovens para uma vida e serviço relevante e efectivo no futuro. Em todos os planos futuros da Igreja que Deus me deu o privilégio de pastorear, a Educação não deixa de estar incluída - a secular e a bíblica (através dos diferentes cursos da Zoe - Escola de Teologia e Educação Cristã). Sei que este sonho é partilhado por muitos. Alguns já o tiveram mas deixaram-no morrer por pensarem que não era possível a sua concretização no seu tempo. Mas Deus está renovando o espírito pioneiro – de um dia para outro, tudo pode acontecer. O dinheiro é importante, mas mais do que tudo, o que precisamos é de “sonhadores” que acreditem, que lutem, que se mobilizem. Tudo acontecerá no tempo certo.

Queremos ver o activismo cristão restaurado. A batalha ainda não terminou. Sociedades educadas são difíceis de oprimir. E nós precisamos de educar cada português, mesmo nas áreas mais remotas, sobre uma cidadania responsável (que inclui até como votar) até que vejamos a reforma de Portugal. Saídos deste mentoreamento bíblico creio que veremos levantados, presidentes, ministros, juízes, professores, médicos e muitos outros em cargos civis ou políticos com a visão de liderarem esta nação, quiçá continente, à vitória e prosperidade.

O impacto pode não ser imediato como Mark Twain (1835-1910) sabiamente afirmou: “A educação não é tão repentina como um massacre, mas é mais mortal no longo percurso”.Precisamos de abraçar a esperança e inspirar visão aos nossos concidadãos. A nossa esperança não está na Comunidade Europeia ou nos governos (apesar de todo o respeito e honra que nos merecem), mas sim no nome do Senhor. Esta paixão é aquela que fará Portugal constar neste século “como nação próspera.”

17 comentários:

  1. Compreendo bem a sua visão, tambem estou orando para que Deus se mova nestas gerações pois trabalho com juniores e crianças e a necessidade de um milagre sobrenatural é sem dúvida URGENTE!!
    Rute Almeida

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  2. Rute... muito ânimo e fé para o seu trabalho. O impacto pode não ser imediato como Mark Twain sabiamente afirmou: “A educação não é tão repentina como um massacre, mas é mais mortal no longo percurso”.

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  3. ...para mim, começaria por um só princípio; O RESPEITO!!!
    Isabel Ançã

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  4. Daí a necessidade da transmissão não só de conhecimento, mas de VALORES.

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  5. Li o artigo e está à maneira. Já agora a respeito do assunto, cito Luther King « A educação tem como finalidade ensinar e pensar intensa e, criticamente. A educação que se esgota na eficácia corre o risco de se revelar a pior ameaça para a sociedade. O criminoso de maior perigo é talvez o homem dotado de razão mas que não tem moral » Infelizmente, isto é o que as nossas sociedades mais têm produzido - HOMENS DOTADOS DA RAZÃO, MAS SEM MORAL!!! Grande abraço João.
    Carlos Cardoso

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  6. Ai voltamos de NOVO á Grande COMISSÃO, da Igreja...Fazer DISCIPULOS...eles são a LUZ do mundo, e são suficientemente saudáveis para se reproduzirem noutros DISCIPULOS SAUDÁVEIS...que por causa disso se reproduzem noutros saudáveis... "Um sonho para Portugal"
    Danilo Gujral

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  7. Nao tenhamos qualquer duvida, Portugal necessita urgentemente de EDUCACAO, RESPEITO e essencialmente conhecer a DEUS.
    Romy Marques

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  8. Meu querido João!
    Só um comentário muito rápido... Acho... ou melhor, até me atrevo a dizer que tenho a certeza. Só nos resta "O PAI NOSSO" seja feita a tua vontade assim na terra (Portugal) como no céu... Há 35 anos que nos enganam dizendo que vamos ficar melhores!!!! (antes não estávamos bem mas também já não nos enganavam)
    Todos os modelos que adoptamos são importados com destaque para os maus.
    Que querem, uma sociedade respeitável? Educada? Que trata bem as suas crianças e os seu velhos? (que daqui a poucos anos serão 3 para cada criança) Tenho filhos licenciados e doutorados nos UK porque aqui neste Portugal pagam €700,00 (era o que eu ganhava em 80) Como querem mais educação e respeito?
    Isto só pode gerar revolta e maus sentimentos muito em especial DESCONFIANÇA.
    Como diz o Carlitos "HOMENS DOTADOS DA RAZÃO, MAS SEM MORAL!!!" e eu acrescento muitas da vezes nem a razão têm.
    Hoje vive-se desconfiando de tudo e de todos!... Não é?
    As crianças inevitavelmente são ensinadas assim pq é a natureza de seus pais. E avós. E amigos!
    Como diz a Rute Almeida "a necessidade de um milagre sobrenatural é sem dúvida URGENTE!!"
    EU ACREDITO NO MILAGRE!

    Abraço
    Silas

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  9. Pastor João Cardoso, olá! Obrigada pelo post que escreveu, e gostei também muito dos comentários.

    Acredito que um carácter moldado à imagem de Cristo pode e deve marcar a diferênça no mundo onde ela não existe, de outra forma...
    "como pode o sal salgar se for insípido? Para nada mais serve senão para ser deitado fora e pisado pelos Homens."
    Sim, é certo que é durante a caminhada com Cristo e não de uma só vez, que o nosso carácter vai sendo transformado à Sua semelhança, mas isso não deve ser desculpa para adiar uma vida de confiança nEle e obediência pois só dessa forma o Seu carácter pode ser visto em nós e marcar de facto a diferênça nos outros. "Ser" deve vir antes do "fazer", o que somos infuencia as nossas atitudes; "Do coração procedem as saídas da vida"

    Gandhi disse uma vez (talvez a "lei moral inscrita no seu coração" o motivou a ser e agir da forma como fez...): "Temos de ser a mudança que queremos ver no mundo".

    É um pensamento muito sábio e verdadeiro. Não podemos nunca ir nem "levar alguém" além daquilo que nós próprios somos e sabemos; tudo porque o exemplo que a nossa vida revela não é invisível.

    O desafio para mim, é depender cada vez mais de Deus, da Sua ajuda e poder, o único que me pode transformar, ajudar a tomar as decisões certas e que tem "os meus dias" nas mãos. Nunca de forma isolada, pois nos nossos relacionamentos também somos confrontados com escolhas entre o que é certo e o que não é - e que é acima da nossa própria vontade ou da vontade dos outros.

    Cada indivíduo que permite que Deus o transforme; que se "nega a si mesmo"; que age motivado pelo amor e não por vanglória ou mera ambição de poder - tenho a certeza que pode MESMO ter um papel muito relevante no mundo à sua volta e na sociedade, quer em cargos de liderança, quer noutras áreas.

    As ideias e valores certos têm todos origem na Verdade, pois só existe uma! Homens e Mulheres transformados São o melhor veículo desses valores e é preciso que eles sejam conhecidos.

    Há esperança, nunca deixou de haver porque Jesus não ficou morto... e "cada vez mais" ela sussura aos nossos corações e é desejada por quem não a tem.

    Que Deus nos ajude a levá-Lo perto e longe, a amar e ver as pessoas como Ele neste momento, amanhã e depois.

    Um grande abraço e tudo de bom para si!

    Com estima,

    Florbela

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  10. Caro pastor João, o seu artigo toca realmente num ponto estratégico: as escolas e Universidades são um autêntico campo de batalha pela conquista das mentes! E a Igreja, muitas vezes, tem-se demitido de um papel interventivo nesses meios. Quando estudei na Faculdade de Direito (1992 a 1997) a Ass. de Estudantes estava altamente politizada por grupos de esquerda, e era assim um pouco por toda a cidade universitária. Com isto, não quero dizer que tudo o que eles defendiam estava mal. Quero é salientar que eles tinham uma "agenda" de intervenção no serviço aos estudantes. Penso que precisamos tb de contribuir para que o serviço aos estudantes seja feito tb por cristãos, que enquanto servem, proclamam Cristo, que é a razão do seu serviço.
    Quando temos uma postura de demissão dos problemas que nos rodeiam, perdemos o direito a falar. Para sermos vistos e ouvidos como pessoas INTERESSANTES, temos que nos tornar pessoas INTERESSADAS. Aconselho a visualização deste video para nos encorajarmos: um Investigador Auxiliar, graduado do GBU, num dos melhores laboratórios do país, assume abertamente a sua fé, e os valores que norteiam a sua fé:http://www.facebook.com/video/video.php?v=1228465147136

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  11. É de facto "um sonho para Portugal". Eu por mim já não acredito em sonhos deste género. No entanto, oxalá que me engane. Penso que de facto este país (Portugal) não tem futuro. Confesso que cada vez sou mais Iberista. Devemos contudo observar os princípios deste texto muito bem escrito. Mas por causa de "outro" País.
    Manuel Adriano Rodrigues

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  12. Eu creio neste "Sonho para Portugal", o meio académico é fundamental para o concretizar, todos os grupos religiosos procuram criar espaço nas universidades - não vos passa pela cabeça como essa "luta" é fortíssima - nós, os evangélicos, quando temos alguém lá, criticamos e desvalorizamos. O GBU faz um excelente trabalho, mas além dos discentes é preciso investir nos docentes, aqueles que podem ensinar com ética e valores cristãos.
    João Pedro Gonçalves Robalo

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  13. Bom artigo!!
    Rachel Lovell

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  14. Ainda sobre a Universidade: do Vinoth Ramachandra, do GBU na Ásia: ""Muitos pensam na universidade como sendo um lago onde vamos pescar; é esta a maneira como muitas organizações cristãs se relacionam com a universidade, um lugar para ir “pescar” estudantes. Mas nós somos chamados a fazer parte da ecologia do lago; a viver e nadar no lago; e assim os problemas do lago tornam-se os nossos problemas e desta forma tornamo-nos realmente agentes transformadores de Deus."
    Pedro Marques

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  15. Parte 1/2
    O problema de Portugal enquanto nação pode designar-se em traços largos como síndrome de D. Sebastião. Se por algum acaso o povo reconhecer a algum ilustre ou circunstância social um elemento galvanizador, temos como resultado a independência de Portugal sobre Castela, a conquista de novos territórios aos Mouros, os Descobrimentos, o 25 de Abril, entre outros. Mas se por outro lado o elemento galvanizador é morno, subjectivo ou mesmo inexistente, lembramo-nos do regresso de El-Rei D. Sebastião numa manhã de nevoeiro onde todos os problemas e injustiças serão solucionados.
    Após 35 anos de democracia continuamos a ouvir discursos célebres, soluções e solucionadores caducos e amorfos, que deixamos continuarem a governar a nossa vida, sabendo que apenas lhe reconhecemos uma validade, recolher o esforço da nação sob forma de impostos, utilizando-os em esquemas e expedientes vários. E nós o que fazemos!? Ansiamos por atingir os lugares cimeiros para mudar o que sabemos estar mal e para isso estudamos, queremos formar líderes, juízes, ministros, conselheiros governamentais, fazer parte do sistema. Mas e Deus!? Como fica nesta demanda!? Nós que somos filhos temos o dever de a cada momento da nossa vida ajudar o semelhante a vencer através da nossa atitude cristã assertiva. Não temos o direito de nos demitirmos da responsabilidade que o Senhor nos ordenou. Cada um de nós filhos do Senhor possui dons que Ele Sabe serem necessários ao domínio do Mundo, os milagres são quotidiano para o Crente que sabe que estes ocorrem pela acção dos nossos dons em uníssono, não pudemos ansiar criar um mundo melhor fazendo parte do sistema actual que despreza a importância dos trabalhos humildes. A cultura, os estudos, a família, a razão, a Palavra do Senhor são elementos importante para o Homem Saber os erros do passado e corrigi-los diáriamente, pois largo é o caminho que conduz á perdição. Se queremos um Mundo transformado, temos de fazer como o Apóstolo Paulo Disse, “Esquecendo as coisas que para trás ficam avanço para o alvo”. A igreja, os seus Pastores e os seus Crentes não necessitam de submeter a sua presença nas escolas, universidades, tribunais, presidências ou governos deste ou qualquer outro país apenas para levar a vontade ou necessidade da congregação, mas somente por estarem aptos a desempenharem funções ordinárias de modo que como a Palavra de Deus ordena,”Tudo o que vier á tua mão para fazer fá-lo bem feito.
    Tiago Moisés - tiago_moises@sapo.pt

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  16. Parte 2/2

    A igreja deve ser o ponto agregador de todos com os dons em actividade, onde pela Palavra do Senhor e o testemunho dos seus filhos todos os não crentes serão obstados pela prática correcta e pela diferença avassaladora do saber pela Palavra do Senhor querer deixar os costumes mundanos para viver no Mundo que Deus nosso Senhor quer para nós. Para isso todos nós temos a responsabilidade e dever de cumprirmos os desígnios presentes na Palavra do Senhor e não permitir que os líderes e nós próprios, se demitam das suas obrigações com desculpas Sebastianistas onde tudo fica à espera por um dia ou circunstâncias especiais. Devemos ter presente que todos os dias são do Senhor e não sermos vãos em pensar que Ele fez alguns dias inferiores a outros onde pudemos escolher actuar ou não o sobre o que Ele designou para nós, o trabalho do Senhor é para fazer sempre sem interrupções mundanas. Pois o que está em Cristo nova criatura é!
    Tem de existir uma diferença inequívoca entre a vida de crentes e não crentes, ap3,15 “Mas como és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.Na vida de João Batista quando ele estava preso, mandou os seus discípulos ver se Jesus era o Messias e este respondeu, mat. 11,1-5 ”Ide, anunciai as coisas que ouviste e vedes, os cegos vêem, os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e aos pobres é anunciado o evangelho. Será que nas nossas igrejas se pode responder da mesma maneira!? 1ª João 4,1-6 “ Os falsos profetas e a necessidade de provar se os espíritos são de Deus” Jesus Cristo Disse, João 14,13 “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei”, não menciona que fará aquilo que os doutores, engenheiros, professores, os pseudo-arquitectos da sociedade Lhe pedirem! Cristo disse, joão 3,30” É necessário que ele cresça e eu diminua”. Ganhará ímpeto a Palavra do Senhor quando proferida por um douto e se tornará inaudita quando uma pessoa comum como o pescador Apostolo Pedro, mesmo que instruída pelo dom de Deus a profere!? 1ª Cor 1,27-29. Claro que há uma condição que não é um curso ou cargo superior ou mesmo ser-se iletrado. Mas as palavras de Cristo estarem em nós, João 15,7 “ Se estiverdes em mim e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis Tudo o que quiserdes e vos será feito”. Tudo o que estiver de acordo com as palavras de Cristo e a prática correspondente. João 15,14
    Terminando o comentário Ap3,22 “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às Igrejas”.

    Tiago Moisés - tiago_moisés@sapo.pt

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  17. Caro pastor Joao e Pastora Ana Cardoso:
    as suas palavras sao muito sabias quando refere a situacao da batalha pelas mentes: verdade. quando tambem num dos comentarios aqui referido existe uma referencia a politizacao do meio universitario portugues , (e eu diria mais, uma privatizacao integral de meios , novas ideias e um tentar "abafar" do ensino de novas tecnologias)
    senti eu, quando cerca de 8 anos terminei a minha licenciatura.

    Entretanto emigrei...para me casar aqui na Polonia. e , pelas noticias que vejo , por um lado nao me surpreendem, pois ja sabia q o povo Portugues de uma forma geral estava a "andar" num caminho contrario ao de Deus.
    Por outro admira-me tambem que, dentro da Europa paises como aquele onde vivo que sairam da lei do muro de berlim a bem pouco tempo achem as nossas igrejas "americanizadas" de caracter"pouco serio" e "levadas por interesses monetarios", e dai um quase total fechamento para a"fusao" de culturas cristas.
    Isto devo dizer surpreende-me muito , ainda mais do que o negativismo e a falta de iniciativa do povo jovem em Portugal.

    Quanto a mim, em relacao ainda acultura portuguesa, creio q e mesmo aquilo a que se chama de conformismo e crise de valores.
    Vejo muitas pessoas com boas condicoes socias que nao abrem nenhum negocio em nome proprio, p exemplo por terem medo do fracasso.
    Como dizem os cla numa das suas musicas: se nao estas contente, muda de vida!

    Existe quase por todo o lado um descontentamento aliado ao desinteresse e deixa andar. KARAMBA! facam alguma coisa e caso para dizer, ou acham q ate o melhor dos cristao pode ficar sentado a morrer de sede e a orar para Deus lhe trazer um copo de agua da torneira se ele nos nao o formos buscar....
    Nao devem os Portugueses ficar ofendidos com o que escrevo nem sentir alguma arrogancia nestas palavras, mas e so para deixar pensar.

    "as melhores empresas dirigidas mundialmente sabem que a produtividade e uma soma de 80% dos 20 % dos esforcos originados pelos trabalhadores"
    e caso para dizer: xiii... que lento . POIS, estao a ver como tudo deve de ser? investir, pensar, agir, nao parar...

    nao sei, mas neste momento creio que tambem sera uma questao de tempo mas ate a justica me parece uma grande FARSA em Portugal ....
    e nao digo mais nada
    mas concordo c o que o Pastor Joao diz e necessari criar o espirito de cidadania nos jovens e em todos e so assim nos poderemos criar valores morais e sociais q nos aproximem do bem colectivo.
    Jesus Vos AMA. Lurdes Olbert Polonia

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